Eu vi que ele olhava para o rio; naquele momento soava em sua mente várias perguntas, as quais não obteve respostas concretas. Percebi que, não só olhava para o passado como, também, planejava o que iria fazer daquele dia em diante. Houve de repente, um choque de ideias, nas quais pretérito e futuro se confrontavam. Fechou os olhos, como que para amenizar o conflito de pensamentos; logo voltara a calmaria em sua mente. A brisa... Ah, a brisa! Esta soprava-lhe a face de forma tão suave que, por um segundo, esquecera todos os devaneios, vindo a imaginar-se voando sobre as nuvens. Encontrava-se tão leve e feliz com aquele pensamento, que não podia deixar de juntá-lo ao magnífico canto dos pássaros que ali havia. Este, por sua vez, soava como uma das mais belas canções de ópera... Teria Vivald, inspirado-se nesse canto para compor as quanto estações? Muito provável que sim! O pôr do s...
site de leitura e entretenimento.