O rapazola adiante, vendo que as anciãs tornavam ao templo e ciente da causa que as obrigava a tal, figura-se indiferente a tudo que sucede até o momento presente. Vira os quatro moribundos erguerem-se dos seus respectivos esquifes e tomarem rumos diferentes; ambos os defuntos - a exceção do garotinho que era inocente como o é um anjo - possuíam uma semelhança: a dor de serem traídos por seus semelhantes. Tal indiferença era única - e exclusivamente - porque conhecera o drama de cada um desses seres pútridos; sobretudo a do pequenino - cujo nome, de acordo com o rapazola, é João... Joãozinho como era chamado mais comumente. E a da moça cujo filho fora assassinado brutalmente. "A moça, aquela que fora abandonada pelo noivo..." conta ele. "Na antevéspera a seu casamento recebeu - do seu adorado (cujo nome dir-se-a: Narcíso) - um ramalhete de flores contendo o magnífico dente-de-leão e rosas amarelas lindíssimas; uma das velhas ali presente comenta que não é um bom p...
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